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Cinco mitos sobre a meditação

Quem decide começar a meditar pode encontrar diversos mitos sobre a prática pelo caminho. Para tentar ajudar aqueles que ainda não sabem se a meditação é ou não uma boa escolha, resolvemos fazer uma lista sobre os principais mitos em relação à meditação. 

 

1. Meditar é parar de pensar

 

Começar a meditar, achando que, de repente, você vai parar de pensar é uma ideia assustadora que faz com que muitos nem tentem a prática. Na realidade, meditação não é parar de pensar, mas um estado de relaxamento e concentração. Alguns meditadores super experientes até conseguem entrar no chamado “Samadhi”, que é basicamente o controle das propensões mentais, mas em números, essa é uma parcela ínfima da população. Parar de pensar não é e nem deve ser o objetivo da prática. E sim aprender a observar os pensamentos como simples eventos mentais e não como verdade ou realidade.

 

2. Meditar sempre vai ser uma experiência de paz e harmonia

 

Reservar um tempo para observar seus pensamentos, se concentrar e sentir pode muito bem não ser uma experiência de paz e harmonia. No entanto, isso faz parte do processo de autoconhecimento. Além disso, só a ideia de ficar parado na mesma posição durante alguns minutos já pode ser incômoda para muitos. 

 

3. É possível meditar deitado

 

Não é preciso estar com as pernas cruzadas, é possível manter os pés no chão, mas estar sentado é importante para a concentração, porque deitado, há grandes chances de o praticante dormir. Se as costas doem, encoste na parede, use uma almofada, o importante é estar confortável na posição. Geralmente, os meditadores cruzam as pernas, porque a ideia é que como a circulação nas pernas é interrompida, toda a energia vai para a cabeça. 

 

4. É possível meditar durante outra atividade

 

A meditação é o estado de percepção pura. Este não é um modo atuante, mas um modo de existência. Claro que é possível fazer uma atividade num estado de atenção plena (Mindfulness), mas para meditar é preciso se dedicar apenas a esta prática. 

 

5. Meditação não é para você

 

Toda a experiência é válida. Um ponto extremamente importante é a ideia de não julgamento. Você não deve se julgar, porque não se sentiu confortável, sua experiência não foi como esperava, ou se sua concentração se perdeu várias vezes. Meditação é prática e como qualquer prática exige paciência consigo mesmo. 

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